
A eliminação precoce da Copa do Brasil para o Madureira – relembrando o tropeço do ano passado para o modestíssimo Olaria – reacendeu as críticas da torcida do ABC para a gestão do presidente Eduardo Machado. O baque financeiro está posto e o desgaste de mais um insucesso futebolístico ecoou com a pichação de muros do estádio Frasqueirão e a explosão das redes e torcidas contra a gestão.
A resposta da direção precisa ser rápida, forte e eficiente. Não pode subtrair nenhum aspecto desses. Reforçar a equipe, cobrar comissão técnica e elenco e que os novos jogadores que venham a desembarcar em Natal sejam de nível superior aos atuais.
O presidente Eduardo Machado sabe que o crédito e a paciência da torcida estão no limite. Os insucessos de 2025 e o duro baque da quarta-feira precisam de ações imediatas.

O futebol sempre será resultado. Boas ações como encarar a Recuperação Judicial, reformar vestiários, nova academia, a criação do setor comercial e outras medidas de contenção internas de gastos ficarão sempre em planos menores quando o futebol não é vencedor.
A resposta precisa ser eficiente. Se ela passa pela mudança do comando técnico do time, da dispensa de jogadores e de uma profunda reformulação, que assim seja.
Para Eduardo Machado, que se elegeu com plataforma oposicionista ao modelo anterior, a cobrança sempre será com base nos resultados e ações anteriores que criticou durante a campanha.
Retomar a hegemonia do Campeonato Potiguar tornou-se uma obrigação inclusive para sobrevivência de um projeto.
O futebol é bola na rede. E o resultado costuma não perdoar. Precisa reagir.
Crédito da foto de Eduardo Machado: Augusto Gomes
Foto Frasqueirão pichado: sem autoria conhecida






