Gabi Salerno, uma voz feminina na assembleia legislativa do RN

Uma mulher de coragem! Essa é a sua primeira candidatura. Mãe de três filhos, Gabriela Salerno é uma autêntica chefe de família que luta dioturnamente para manter firme as bases da sua família, como milhões de mulheres em todos Brasil. Sua vida sempre se dividiu entre, cuidar da família e ajudar ao desenvolvimento da comunidade, sempre envolvida em projetos de cunho social e ambiental. Hoje ela é vice-presidente estadual e secretária adjunta nacional do Movimento Cultural Darcy Ribeiro, primeira movimento estatutário na América Latina voltado a transformação social através da cultura.

No Estado, Gabi vem na vanguarda do Movimento que tem como objetivo levar, para a população mais carente, diversas atividades profissionalizantes, educativas e recreativas. A Vila de Ponta Negra foi o local escolhido para dar o início das práticas, atendendo a população do bairro e de regiões da capital.

Para Gabi, o Rio Grande do Norte possui potencialidades ainda não descobertas e confirma com seu projeto de governo na área do meio ambiente. “O litoral do estado é amplamente procurado tanto pelas paisagens paradisíacas, mas também é o reduto de grande biodiversidade aquática”, diz entusiasmada ao relatar sobre os recifes artificiais, projeto idealizado por ela, que tem como foco, potencializar o turismo em praias do estado.

“Podemos fortalecer o turismo, tanto pelo mergulho esportivo, quanto pela prática do surf, além de favorecer a manutenção do ecossistema marinho com fins científicos. Se o Paraná conseguiu, nós também podemos”, destaca.

No tocante que se refere ao grave problema da segurança em nosso estado, que para alguns causa certa repulsa pelo teor de complexidade que o tema apresenta, para ela, é mais um desafio a ser batido. “O nosso RN não pode ser reconhecido por bater recordes em homicídios e nos acostumarmos com esses números.”, enfatiza.

Para a candidata, devolver segurança aos potiguares é o termo chave e uma preocupação constante na sua legislatura. “Desenvolver um modelo de prevenção, que combine assistência aos jovens em situação de risco com oportunidades, sem abrir mão do combate ao tráfico que se enraiza em comunidades periféricas, e realizaremos a verdadeira justiça social”, conclui.

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