Fim da linha para os vídeos

O Brasileirão deste ano não terá árbitro de vídeo. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, em reunião na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

Devido ao alto custo econômico, o árbitro de vídeo foi vetado do campeonato por 12 a 7 votos contra, além de uma abstenção. A CBF exigiu na reunião que os clubes custeassem a implantação da tecnologia. O custo dos clubes ao fim da Série A  seria de aproximadamente R$ 20 milhões. Diante dessa proposta, os clubes recuaram e decidiram não contar com o recurso que auxilia o árbitro principal nas decisões que são tomadas dentro de campo.

Como votaram os clubes –

  • A favor: Flamengo, Botafogo, Bahia, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Internacional;
  • Contra: Vasco, Corinthians, Santos, América/MG, Cruzeiro, Atlético/MG, Atlético/PR, Paraná, Fluminense, Sport, Vitória e Ceará;
  • Abstenção: o São Paulo acabou não votando. No momento de computar o voto, o presidente já tinha deixado a reunião.

Mudanças aprovadas na reunião –

Os clubes aprovaram a venda de mando de campo, com as seguintes restrições:

  • os times só poderão atuar cinco vezes fora de seu estado de origem em seus 19 jogos de mando;
  • os times só poderão mandar jogos fora de seus estados se houver a concordância do visitante;
  • os clubes não podem vender o mando de suas últimas cinco partidas no campeonato.

O uso da grama sintética foi liberado. Dos clubes da Série A, o Atlético/PR é o único que tem esse tipo de gramado.

Foto: Beto Azambuja/GE.

 

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