Não renúncia de Rodrigo Salustino pode jogar o ABC numa crise sem volta

As palavras do técnico interino Ranielle Ribeiro ao final da partida diante do Criciúma pedindo que a situação política do clube se resolva e tecendo elogios a atuação de Fred Menezes, Paulo Tarcísio e Rui Barbosa, mostra claramente que o clube vive um drama sem igual.  É que a crise alvinegra pode ganhar nos próximos dias capítulos nada agradáveis. Seria o agravamento da crise, sem precedentes.

E qual seria o problema maior que poderia vir? A resposta: a não renúncia de Rodrigo Salustino. Este pode ser o início de um buraco ainda maior para o ABC se encontra.

Sem apoio, sem condições de aglutinar forças, isolado e representante de uma gestão que fracassou largamente, Rodrigo Salustino não tem condição alguma de assumir a presidência do clube.

Sua continuidade nessa indefinição está deixando a crise mais aguda, já que a solução está pronta, mas não começa sem a saída do vice-presidente de Judas Tadeu Gurgel.

Se Rodrigo Salustino gosta do ABC e quer uma gestão superior a que ele participou, deve dar um passo ao lado e renunciar à vice-presidência. Continuaria conselheiro contribuindo com ideias, dentro de suas possibilidades.

A pergunta que circulava nos corredores depois da partida diante do Criciúma: “Porque Rodrigo Salustino assumiria a presidência sem apoio, isolado e sem condições de ser comandante de uma recuperação?

A pergunta não quer calar.

É aguardar os próximos capítulos.

 

 

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