Abre aspas para Carlos Augusto Barros, presidente do São Paulo

Foto: Reprodução
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“Não tem como não conviver com essas torcidas. São concessões que temos que fazer. Ajudar no carnaval e a entrar no estádio. Sempre foi assim e sempre vai ser. É uma prática, algo pequeno. O jogador faz gol e faz o sinal da Independente. Não faz para ser agradável, faz porque tem medo.”

“Cúmplices? Não, claro que não. Por ajudar a entrar no estádio? Não. Não aceitamos (violência), reprovamos verdadeiramente, repudiamos e estamos à disposição das autoridades para participar de todo esse processo.”

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