Expresso de Notícias: giro pelos clubes

ALECRIM FUTEBOL CLUBE

Após a derrota para o Globo, o Alecrim espera retomar o caminho das vitórias frente ao Potiguar de Mossoró. Para isso, o técnico Fernando Tonet relacionou 20 atletas para o confronto. Tonet não poderá contar com Carlos, que cumprirá suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. Em compensação,o zagueiro Geilson volta ao time. O capitão não havia atuado na última partida com um incômodo no joelho.

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA POTIGUAR

Tentando se reabilitar no Campeonato após a derrota diante do América, o Potiguar quer brigar até o fim para conseguir uma vaga no final do primeiro turno. O time fez seu último treino ontem pela manhã. O técnico Bira Lopes tem apenas um desfalque: trata-se do meia Dunga, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Bira relacionou 21 jogadores para o duelo contra o Alecrim.

ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESPORTE CLUBE BARAÚNAS

Embalado com a vitória diante do ABC, o Baraúnas encara o lanterna Palmeira sonhando, talvez, com uma vaga na final do primeiro turno. O time fez seu último treino no CT e com algumas novidades. Após cumprirem suspensão, o zagueiro Nildo e o volante Júnior Borracha voltam ao time. Outra novidade será o goleiro Anderson, de 20 anos, que substituirá o titular Érico, que sentiu um incomodo na virilha e só deve voltar na última rodada contra o América. Não jogam nesta noite, também, o lateral Fernandes, o zagueiro Cláudio e o volante Murilo. O técnico Givanildo Sales relacionou 18 atletas.

ASSOCIAÇÃO SPORTIVA SOCIEDADE UNIDA

O time treinou na tarde de ontem visando o duelo, desta noite, contra o ABC. Sem poder contar com o experiente lateral Rogerinho, o técnico Reginaldo Sousa deverá contar com Ítalo para ser o substituto do camisa 6. O time também não poderá contar com os novos reforços: o zagueiro Marlon, o meia Adham e o atacante Somália. Para a partida de logo mais, o treinador deve usar a mesma formação que venceu o Palmeira por 3 a 2.

ABC FUTEBOL CLUBE

Ocupando apenas a sexta colocação, e praticamente sem chances de ir a final do primeiro turno, o ABC quer pelo menos ter uma boa apresentação de seu futebol. O técnico Narciso, que está balançando no cargo, relacionou 18 jogadores para a partida contra o Assu. Apesar de terem sido liberados pelo Departamento Médico, o zagueiro Vinicius, o lateral Hugo e os atacantes Alvinho e Bruno Furlan estão fora do jogo. O zagueiro Gabriel também estará fora, já que cumprirá suspensão. O goleiro Rafael Copetti, os zagueiros Gustavo Bastos, Jerfeson e Rafael Paraíba, o lateral Max e o atacante Pedro Igor seguem no DM.

AMÉRICA FUTEBOL CLUBE

Líder absoluto, o América terá um duelo importantíssimo diante do Globo. Vencendo, matematicamente garante vaga na final do turno. E é pensando nisso que o técnico Aluísio Moraes relacionou 20 jogadores para a partida. As dúvidas ficaram por conta do goleiro Pantera, que havia sentido um desconforto na coxa direita, e do volante Bruno Renan, que reclamou de dores na coxa esquerda. Eles serão reavaliados hoje, mas foram relacionados pelo técnico Aluísio. O único desfalque certo é o lateral Gabriel, que está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. As novidades são o lateral Alan Silva, que foi regularizado, e o jovem meia, de 17 anos, Anthony.

Campeonato Estadual: a arbitragem para a penúltima rodada…

Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

E o Carnaval chegou ao fim. Restaram, apenas, o cansaço e a ressaca dos dias de folia. Para curar tudo isso, nada melhor do que futebol em mais uma rodada do Campeonato Potiguar. Veja quem apitará os jogos do seu time:

BARAÚNAS x PALMEIRA (10/02 – 19h)

ÁRBITRO: Moisés Estevão de Moura Lima – CEAF

AUXILIAR 1: Francisco de Assis da Hora – CBF/RN

AUXILIAR 2: José Givanilson M. dos Santos – CEAF

QUARTO ÁRBITRO: Diego Neylton de Medeiros – CEAF

ALECRIM x POTIGUAR (10/02 – 19h)

ÁRBITRO: Ítalo Medeiros de Azevedo – CBF/RN

AUXILIAR 1: Vinicius Melo de Lima – CBF/RN

AUXILIAR 2: Belchior Ferreira de M. Neto – CEAF

QUARTO ÁRBITRO: Tarso Rocha Lula Pereira – CEAF

GLOBO x AMÉRICA (10/02 – 19h)

ÁRBITRO: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – CBF/RN

AUXILIAR 1: Jean Márcio dos Santos – CBF/RN

AUXILIAR 2: George Ítalo Dantas Nogueira – CEAF

QUARTO ÁRBITRO: Luiz de França Varela – CEAF

ABC x ASSU (10/02 – 21h30)

ÁRBITRO: Zandick Gondim Alves Júnior  – CBF/RN

AUXILIAR 1: Luiz Carlos de França Costa – CBF/RN

AUXILIAR 2: Pedro Sanderson S. da Silva – CEAF

QUARTO ÁRBITRO: Alciney Santos de Araújo – CEAF

Raaaaaaaaaaatiiiiinhooooooooooooo!

Era apenas uma partida da segunda divisão do Campeonato Francês de Futebol Feminino entre Rouen e Bordeaux. Porém, futebol foi deixado de lado. A partida estava 3 a 2 para o Rouen quando, aos 22 minutos do segundo tempo, Perchey Maude (Rouen) e Sumo Eva (Bordeaux) protagonizaram uma cena digna de grandes lutas. Após saírem no tapa, demais atletas e treinadores correram para separá-las. Obviamente que, após a briga, a árbitra da partida, Anaelle Loidon, expulsou as esquentadinhas. Ah, a partida acabou em empate por 3 a 3.

A incrível história de Hohberg, avô do jogador do Cesar Vallejo, que voltou da morte na Copa de 1954

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Por Felipe Lobo (Trivela)

Alejandro Hohberg é peruano de nascimento, mas tem uma ligação muito forte com o Uruguai. O jogador do Cesar Vallejo foi o autor de um golaço contra o São Paulo no jogo de ida da primeira fase da Copa Libertadores, também chamada de pré-Libertadores. O jogo terminou 1 a 1, com o jogo de volta marcado para esta quarta-feira, no Pacaembu, em São Paulo. Hohberg tem uma ligação histórica com o futebol uruguaio, incluindo uma ligação de sangue, com o seu avô tendo sido protagonista de uma das histórias mias fantásticas da história das Copas do Mundo.

O jogador do Cesar Vallejo é natural de Lima, capital do Peru, mas foi para o Uruguai ainda cedo, aos 10 anos. Foi lá que se formou como jogador de futebol, passando pela base do Liverpool e do Peñarol, mas se profissionalizando pelo Rentistas, em 2012. Ainda jogaria por Torque, no Uruguai, antes de chegar ao Melgar, seu primeiro clube no Peru, em 2014. Jogou ainda no San Martín em 2015 e se tornou jogador do Cesar Vallejo em 2016.

Mais do que tudo isso, Alejandro Hohberg tem um laço importante com um jogador histórico da seleção uruguaia. Ele é neto de Juan Eduardo Hohberg, atacante que defendeu as cores uruguaias na Copa de 1954, sendo destaque e também uma das cenas mais assustadoras que se tem notícia em um Mundial.

Juan Eduardo Hohberg, curiosamente, nasceu na Argentina, em 1927, mas se nacionalizou uruguaio. E foi pelas cores do Uruguai que Juan Eduardo foi o protagonista de uma história incrível naquele Mundial da Suíça em 1954, em um dos grandes desempenhos da Celeste em Copas do Mundo.

O jogador começou a carreira ainda criança como goleiro, na Argentina. Foi por acaso que mudou a sua posição. Ainda nas categorias de base, ele foi colocado de centroavante, marcou gols e, a partir daí, se tornou atacante. Jogou no Central Córdoba aos 16 anos, se transferiu ao Rosario Central, em 1946, até que foi contratado pelo Peñarol, do Uruguai, em 1949.

Foi a partir daí que a sua história, e a do Uruguai, mudou. Chegou ao Peñarol aos 22 anos e acabaria sendo parte de um esquadrão histórico, comandado pelo técnico húngaro Emérico Hirsch, e que tinha na linha ofensiva Ghiggia, Hohberg, Míguez, Schiaffino e Vidal. Ataque que tinha os dois jogadores que marcaram os gols históricos do título uruguaio de 1950, no Maracanazo. O ataque era chamado de “Esquadrilha da Morte” pela alta capacidade goleadora.

O desempenho incrível no Campeonato Uruguaio de 1949, com 14 gols em 18 jogos, atrás apenas de Míguez como goleador da equipe, fez com que houvesse pedidos para que ele se nacionalizasse uruguaio, com vistas a jogar a Copa do Mundo do ano seguinte, no Brasil. Com a suspensão de Walter Gómez, então destaque do Nacional, por ter dado um soco em um árbitro, fez com que o pedido por Hohberg fosse ainda maior. Se abriu o processo de nacionalização, mas não foi bem sucedido. Acabou ficando fora da Celeste que foi ao Brasil. Não fez parte daquele time histórico. Mas não era o fim.

Na Copa do Mundo seguinte, o atacante, forte, bom cabeceador, artilheiro, estava na Suíça para defender as cores uruguaias. Na histórica semifinal diante da Hungria, então o time sensação da Copa, foi de arrepiar. A Hungria de Puskás saiu vencendo com gols de Czibor, aos 13 minutos, e Hidegkuti, logo a um minuto do segundo tempo.

Foi então que Hohberg apareceu para mudar o jogo. Ele marcou o primeiro gol uruguaio aos 30 minutos da etapa final, antes de marcar o seu gol mais marcante. Aos 41 minutos, Hoberg empata o jogo, forçando a prorrogação. Naquele lance, o jogador ficou desacordado. Hohberg teve um ataque cardíaco. Os segundos desacordados poderiam ter sido fatais ao atacante. O médico do Uruguai, Carlos Abate, deu duas doses de coramina ao jogador, além de fazer massagem cardíaca para ressuscitar o jogador.

Aqueles segundos desacordados foram um susto, e o Uruguai voltou a campo com 10 jogadores para a prorrogação. Mas não por muito tempo. Mesmo desaconselhado pelos médicos, voltou a campo sozinho, com poucos minutos de jogo na prorrogação.

Jogou, naquelas condições. Um ato de muita coragem, mas que no futebol atual não se repetiria. Certamente acabaria substituído, ou mesmo retirado do gramado. O Uruguai acabou perdendo na prorrogação por 4 a 2, graças a dois gols de Kocsis, que acabaria sendo artilheiro do Mundial, com 11 gols. Hohberg ainda marcaria um gol na disputa de terceiro lugar contra a Áustria.

A grande atuação de Hohberg fez com que os dirigentes dos clubes europeus presentes à Copa do Mundo quisessem levá-lo ao futebol europeu. Juventus e Roma ficaram interessados em contratá-lo. O Peñarol, porém, disse que ele era intransferível e se recusou a vender o jogador. O pior viria depois: em um acidente de carro, ficou sem poder jogar futebol por anos, até voltar em 1958. Jogou pouco. Queria mais minutos em campo e acabou aceitando uma proposta para defender o Racing de Montevidéu. Deixou o Peñnarol depois de conquistar seis títulos uruguaios e uma Copa Libertadores, em 1960.

A sua carreira no Racing durou pouco. Foram só seis jogos, com três gols marcados, muitas desavenças, fruto de sua personalidade explosiva, e mais uma transferência. Desta vez, para o Cúcuta Deportivo, que jogou em 1961. Foram 19 gols em 37 jogos. Se aposentou ao final da temporada. Continuou na Colômbia, onde começou a sua carreira como técnico no Atlético Nacional. Passou por diversos clubes como treinador, como Racing de Motevidéu, Rampla Juniors, Bella Vista, Peñarol e Nacional.

Em 1969, foi convidado a dirigir a seleção uruguaia. Conduziu a Celeste na Copa do Mundo de 1970, no México, caindo apenas diante do Brasil mais espetacular que se viu, liderados por Pelé, por 3 a 1. Depois disso, ficou anos sem trabalhar até voltar a ser treinador no Peru, no Universitario. Foi campeão peruano em 1974 e foi contratado pelo Alianza Lima, onde ganharia os campeonatos de 1977 e 1978. Passaria ainda por Deportivo Municipal, Juan Aurich, ambos também do Peru, além de Emelec e LDU, no Equador. Treinou o Atlético Español, do México, e chegou a ser treinador interino da seleção uruguaia em 1978.

Se aposentou logo depois disso e decidiu morar no Peru, onde tinha um grande reconhecimento do público. Em 1996, o coração que já tinha parado naquela Copa do Mundo de 1954, não resistiu mais. Parou de vez, 42 anos depois. Juan Eduardo Hohberg deixava a vida e a família em Lima.

A família Hohberg ficou no Peru, onde nasceu Alejandro, que estará em campo nesta quarta contra o São Paulo. O golaço que marcou talvez lembre um pouco do grande jogador que foi o seu avô. Se o Cesar Vallejo está longe de ser uma potência como foi o Peñarol de Hohberg avô, ao menos o neto Alejandro tem muita história para contar ao olhar as fotos da família.

Meu comentário no “Tirando Paredes” da 1010 de Montevidéu

Eis minha participação na manhã desta terça-feira (9) no programa do amigo Fabián Bertolini (Tirando Paredes) na rádio 1010 AM, de Montevidéu (Uruguai). A convite de Fabián comentei as características de Léo Gamalho, atacante com larga passagem pelo futebol do RN e do Nordeste que foi contratado hoje pelo Nacional.

Eis o “Tirando Paredes” desta manhã.

Crise no patrocínio de futebol no Brasil cresce e atinge até a CBF

Por Rodrigo Mattos (Blog do Rodrigo Mattos)

A crise de patrocínio no futebol do Brasil acentuou-se em 2016 e estendeu-se até a CBF. Fatores como a crise econômica, os escândalos de corrupção na confederação e falta de retorno pelo investimento têm derrubado os valores pagos para se associar a camisas de times. Esse processo, ressalte-se, já vem ocorrendo desde o final de 2013.

Principal patrocinadora do futebol brasileira, a Caixa Econômica Federal decidiu investir R$ 115 milhões esse ano, sendo R$ 83 milhões já fechados. Em relação aos clubes que já tinham contrato, os valores foram mantidos sem reajuste pelo segundo ano seguido. Só que a inflação pelo IGP-M foi de 16% nos dois anos.

“Isso ocorre em função do momento econômico diferente do anterior à primeira assinatura dos contratos. Não há nenhum gatilho nos contratos. Desde o 1o que temos o mesmo valor”, explicou o superintendente nacional de Promoções e Eventos da Caixa, Gerson Bordignon, quando fechou os novos contratos.

Um clube como Flamengo, por exemplo, leva R$ 25 milhões. Se houvesse reajuste pela inflação, o valor já seria de R$ 28 milhões. A diretoria do clube justifica ter aceito o valor pelo momento complicado do país. Sua intenção era atingir R$ 100 milhões no total em 2016, embora no orçamento estejam previstos R$ 90 milhões. Mas o rubro-negro passou janeiro com dois patrocinadores a menos (Jeep e Viton) do que no ano anterior.

A maioria dos grandes clubes têm patrocinadores master, mas em valores inferiores aos de outras épocas. Um estudo do consultor Amir Somoggi mostra, em seu blog no jornal “Lance!”, que os valores de patrocínio estão em queda desde 2014. Houve um crescimento grande de 2003 (R$ 59 milhões) a 2013 (R$ 470 milhões). Considerados os valores corrigidos pela inflação neste período, os patrocínios quadruplicaram. Mas, em 2014, caíram para R$ 467 milhões.

“A crise econômica tem impacto, mas antes já tinha caído. É mais barato do que propaganda, mas quem gasta R$ 30 milhões uma hora vê que não dá o retorno para aquele preço e reduz”, comentou Somoggi.

O caso da CBF é um misto de crise econômica ao efeito das acusações de corrupção na entidade, na opinião de consultores. A entidade perdeu quatro patrocinadores, Sadia, Michelin, Proctor & Gamble e Unimed após três de seus ex-presidentes serem acusados de levar propinas pelo FBI. Os patrocínios são a principal fonte de renda da entidade, responsáveis por 70% do seu faturamento.

A diretoria da confederação atribui só  ao cenário econômico desfavorável, mas empresas apontaram a falta de credibilidade. Foi essa a razão dada para a Petrobras para romper o patrocínio de placas da Copa do Brasil. Outra que se afastou do futebol é a Coca-Cola. Clubes têm informado que a entidade não compra mais placas de patrocínio como antes.

Léo Gamalho a caminho do Nacional para substituir Iván Alonso

leo

Leo Gamalho, que defendeu o ABC em 2012 sob o comando de Leandro Campos, é o camisa 9 que o Nacional do Uruguai pode anunciar a qualquer momento para substituir Iván Alonso, que foi contratado pelo River Plate argentino. A notícia começou a correr na tarde de segunda-feira. O Blog do Gringo falou ao telefone com Léo Gamalho, que está em Santa Catarina esperando para viajar para Montevidéu nesta terça-feira: “Estamos negociando, mas nada fechado. Quem me indicou foi Hugo de León”, contou o atacante.

Léo Gamalho vem fazendo caminhões de gols. Artilheiro no ABC, ASA, Ceará, Santa Cruz, Bahia e agora Avaí, desperta o interesse do mercado internacional. Aqui em Natal passou também pelo América em 2007, recém saído do Internacional B e depois foi para Portugal onde foi artilheiro.

Boa sorte a Léo na sua empreitada. Vai vestir a camisa de um gigante do futebol mundial e disputar Libertadores.

Abre aspas para o ex-goleiro Marcos

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

“Olha, Cosme, vou ser muito sincero. Não sei se quero voltar a trabalhar com futebol, não. Tenho muito medo de voltar a trabalhar no futebol. O clima é muito pesado. Há muita sujeira. E graças a Deus, eu consegui ter uma carreira limpa. Ninguém tem nada para falar de mim. Dei minha vida, empenhei tudo que podia e o que não podia pelo Palmeiras, pela Seleção. Sou bem tratado onde vou. E não só por palmeirenses. Corintianos, torcedores todos os clubes me abraçam, beijam a minha careca. É uma coisa impressionante. E que me orgulho. Não quero arriscar tudo isso voltando ao futebol. E me queimar.” – em entrevista ao jornalista Cosme Rimoli

Para ler a entrevista completa, basta clicar aqui